Passam dois dias, e ela no hospital…
Estava Rita a chorar, quando entra o médico.
Médico – Bom dia, menina Rita. Como se sente?
Rita – Óptima. (mentia. Tentava sorrir enquanto limpava as lágrimas do rosto)
Médico – muito bem. Bem… (olhando para os seus diagnósticos) já está estável. Vou ligar ao seu marido para a vir buscar, e assim já pode voltar para casa, sim?
Rita – O meu marido? Não! Não. Chame antes o melhor amigo dele. (agarra num papel e numa caneta que tem na mesinha de cabeceira e escreve) Está aqui o numero e o nome. (Deu-lhe o papel, tinha escrito: Ruben Amorim – 9********.)
Medico – está bem. Pode vestir-se que vou já fazer a chamada. (vai embora e fecha a porta do quarto)
Rita tem a sua roupa ao fundo da cama. Veste-se e em menos de meia hora, chega Ruben.
Ruben – Então Ritinha? (abraça-a) Estás melhor?
Rita – Sim. Obrigada.
Chega o medico.
Medico – bem, já vi que chegou a sua boleia. Menina Rita, agora oiça com atenção. Eu sei que vai custar, mas vai ter que repousar até ao fim da gestação.
Rita – Até ao fim? Mas é tanto tempo!
Médico – eu sei, mas a hemorragia fez com que torna-se a gravidez de risco. Se voltar a acontecer, o feto pode acabar por falecer.
Ruben – Esteja descansado, nós cuidamos dela.
Rita – Obrigado doutor.
Médico – De nada. Felicidades.
Chegam á recepção do hotel.
Ruben – vá, vai para o quarto descansar.
Rita – Posso ir para o teu quarto? Eu não quero ver o David.
Ruben – Ele não está no quarto… pelo menos eu ainda não o vi desde que foste para o hospital.
Rita – a sério?
Ruben – Sim… ele não deve estar no quarto.
Rita vai para o seu quarto. Quando entra, vê David na varanda. Ele percebeu que ela entrara mas preferiu ficar quieto. Rita pegou no telemóvel e ligou a Ana Rita.
Rita – Amor.
Ana Rita – Amor! Estás melhor?
Rita – Sim… Olha vamos?
Ana Rita – Já fizeste a mala?
Rita – não, vou fazer agora. (coloca a mala em cima da mesa e começa a arrumar)
David vira-se e vai ter com ela.
David – não vá.
Rita – Rita, já te ligo… (desliga)
David – me perdoa. Fica comigo por favor.
Rita – deixa me ir embora, David.
David – cê já sabe que eu não sabia o que estava a fazer. Eu te amo. Me perdoa.
Rita – Eu perdoo…
David – eu te amo (sorri ligeiramente, e inclina-se para a beijar)
Rita – (afasta-o) … mas não esqueço.
David – não faz isso, Rita. Vamo fazer tudo outra vez… imagina que chegamos agora, e eu não largo mais você.
Rita – Não dá… Desculpa… tenho um voo para apanhar.
David – eu vou com você, então.
Rita – David, posso-te pedir uma coisa?
David – claro! Tudo.
Rita – dá-me tempo, por favor.
David – tá bom. Eu dou.
Rita acaba de fazer a mala enquanto David a observa. Ela pousa a mala ao pé da porta, agarra a sua mala pessoal e prepara-se para sair.
David – Rita?
Rita – Até qualquer dia…
David – (aproxima-se dela, ficando a poucos milímetros da sua boca) Posso te pedir mais uma coisinha?
Rita – Sim. (já tinha o queixo a tremer… precisava de chorar mas queria parecer forte)
David – me beija.
Rita – David… não.
Ele aproxima-se mais e ela fraqueja. Devagar foram aproximando os lábios até que se encontraram.
David – (Sem tirar os lábios dos lábios dela) me beija. Pode ser a ultima vez.
Ambos dão um longo beijo apaixonado, mas com algumas lágrimas pelo meio, tanto de Rita como de David.
David – (sela o beijo com outro beijo leve) Agora cê pode ir. E é bom que saiba que eu não vou desistir de você.
Rita – adeus David. (abre a porta, com as malas na mão e fica estática a olhar para ele)
David corre para a sua direcção ao mesmo tempo que Rita pousa as malas no chão e fecha a porta. David encosta-a á parede e beija-a.
David – fica comigo. Nem que seja só mais um bocadinho.
Entram então numa fogosa troca de beijos, que dura uns longos minutos. De repente o telemóvel de Rita toca. Era Ana Rita. Rita desvia-se de David e vai atender.
Rita – (ofegante) estou?
Ana Rita – Estás pron… qué que tens?
Rita – nada. Sim… estou pronta. Vamos? (Rita olha para ele e baixa a cara, ele repete o gesto)
Ana Rita – até já. Vou ter ai á porta do teu quarto.
Rita – Ok (desliga)
Rita volta a olhar para ele, e vê que estava a chorar. Ela vai lá e abraça-o. Agarra nas malas e sai do quarto. David senta-se na cama e chora. Perdera tudo o que mais queria… a Rita e o filho.
Rita quando sai do quarto, é logo agarrada por Ana Rita.
Ana Rita – estás melhor?
Rita – Sim. Estou bem. O Ruben?
Ana Rita – está no quarto.
David sai do quarto com os olhos inchados de chorar. Está a falar ao telemóvel. Ouve-se: Sim, manz… vou ai ter com você agora. Me deixa só ir ao bar comer qualquer coisa. Até já.
David – (passa por elas ) Oi Ana. (e vai ao bar)
Ana Rita – Tavas no quarto com ele?
Rita – Sim… ligas-te mesmo na hora H!
Ana Rita – Aiiii, liguei em má altura?
Rita – Muito boa altura!
Ana Rita – (já caminhando para a recepção para fazer o check out) Então? Que que estavam a fazer?
Rita – Estavamos…
Ana Rita – (interrompe) ESTAVAM NO COISO?!
Rita – não! Estávamos só a conversar! (disse ‘conversar’ com um tom diferente e um pouco aborrecido)
Ana Rita – NÃO POSSO! Ele beijou-te?
Rita – Sim… MUITOOO!!
Ana Rita – (chegaram á recepção) ENTÃO VAMOS VOLTAR PARA TRÁS!
Rita – não vamos nada! Quero-me ir embora!
Dont regret anything you do, because in the end, it makes you who you are +.+
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
sábado, 6 de novembro de 2010
Capitulo 47 – A culpa é minha. (parte II)
Ana Rita – Como é que não lhe vais contar? É o vosso filho, Rita!
Rita – Depois talvez eu lhe conte. Mas vou deixa-lo sofrer.
Medico – Desculpem interromper, mas a D. Rita precisa de repouso. Já lhe foram injectados uns calmantes. Vai dormir um pouco, está bem?
Rita – Obrigado doutor.
Ana Rita – Só uma coisinha.. eu não lhe vou mentir.
Rita – não mintas… apenas não lhe digas nada.
Ana Rita – Está bem… então vá, até já. (dá-lhe um beijo na testa) Amo-te.
Rita – Obrigado, amor. Eu também.
Ana Rita abandona o quarto e dirige-se á sala de espera. Quando lá chega David levanta-se logo para saber como Rita estava.
David – como é que ela está?
Ana Rita – (sem o olhar na cara) Bem.
David – E o bebé?
Rita não lhe responde e vai ter com Ruben. Ele abraça-se a ela e David fica especado no meio da sala. Ele queria ir ver a mulher, por isso, quando o segurança estava distraído, ele entrou e procurou pelo quarto. No fundo do corredor lá o encontrou.
Quando entrou, viu Rita a dormir na cama da ponta. Reparou que estava ligada a soro. Ficou preocupado. Apesar de saber que ela estava bem, queria saber como o filho estava. Sentou se no cadeirão ao lado da sua cama. Rita não estava a dormir, apesar de estar com os olhos fechados, para que não tivesse que o enfrentar. David agarrou na sua mão, pousou a cabeça no seu braço, e chorava.
David – Por favor, Deus. Me ajuda!
Rita estava a ouvir tudo. Deixa cair uma lágrima.
David – Ritinha, me perdoa. Eu não sabia! Eu te amo. Por favor, não faz isso para mim (implora, chorando)
Depois de um grande discurso e de muito choro, acaba por adormecer.
o medico conforta Ana Rita e Ruben por isso voltam para o hotel. Passado umas horas David acorda. Rita ainda dormia, David levanta a sua cabeça, olha para ela e beija-a levemente.
Ela estava a dormir, mas era impossível não sentir os lábios de David.
Acorda e vê David ao seu lado.
Rita – Que é que estás aqui a fazer, David?
David – eu queria te…
Rita – Sai… (interrompe-o)
David – não faz isso Rita. Por favor.
Rita – David.. sai por favor.
David – me diz só uma coisa. Como está o nosso filho?
Rita – O nosso filho está em risco. Pode morrer. Por tua causa. (fria)
David – (chora) me perdoa Rita. Por favor. Eu te amo.
Rita – (começa a chorar) Sai…
David beija a testa dela e vai embora, chorando. Rita também chora. Ela amava-o muito e só queria ficar bem com ele, mas não esquecera as imagens dele com a outra. Não conseguia parar de pensar em como o David foi capaz de estar com outra mulher, senão ela.
David sai do hospital a chorar e não sabe para onde ir. Não queria ir para o hotel por isso foi ara a praia. Quando lá chegou, estava vazia. Sentou-se na areia, apoiou os braços nos joelhos e a cabeça nos braços. Naquele momento só lhe apetecia morrer. A dor psicológica era 1000 vezes pior que qualquer dor física.
Rita – Depois talvez eu lhe conte. Mas vou deixa-lo sofrer.
Medico – Desculpem interromper, mas a D. Rita precisa de repouso. Já lhe foram injectados uns calmantes. Vai dormir um pouco, está bem?
Rita – Obrigado doutor.
Ana Rita – Só uma coisinha.. eu não lhe vou mentir.
Rita – não mintas… apenas não lhe digas nada.
Ana Rita – Está bem… então vá, até já. (dá-lhe um beijo na testa) Amo-te.
Rita – Obrigado, amor. Eu também.
Ana Rita abandona o quarto e dirige-se á sala de espera. Quando lá chega David levanta-se logo para saber como Rita estava.
David – como é que ela está?
Ana Rita – (sem o olhar na cara) Bem.
David – E o bebé?
Rita não lhe responde e vai ter com Ruben. Ele abraça-se a ela e David fica especado no meio da sala. Ele queria ir ver a mulher, por isso, quando o segurança estava distraído, ele entrou e procurou pelo quarto. No fundo do corredor lá o encontrou.
Quando entrou, viu Rita a dormir na cama da ponta. Reparou que estava ligada a soro. Ficou preocupado. Apesar de saber que ela estava bem, queria saber como o filho estava. Sentou se no cadeirão ao lado da sua cama. Rita não estava a dormir, apesar de estar com os olhos fechados, para que não tivesse que o enfrentar. David agarrou na sua mão, pousou a cabeça no seu braço, e chorava.
David – Por favor, Deus. Me ajuda!
Rita estava a ouvir tudo. Deixa cair uma lágrima.
David – Ritinha, me perdoa. Eu não sabia! Eu te amo. Por favor, não faz isso para mim (implora, chorando)
Depois de um grande discurso e de muito choro, acaba por adormecer.
o medico conforta Ana Rita e Ruben por isso voltam para o hotel. Passado umas horas David acorda. Rita ainda dormia, David levanta a sua cabeça, olha para ela e beija-a levemente.
Ela estava a dormir, mas era impossível não sentir os lábios de David.
Acorda e vê David ao seu lado.
Rita – Que é que estás aqui a fazer, David?
David – eu queria te…
Rita – Sai… (interrompe-o)
David – não faz isso Rita. Por favor.
Rita – David.. sai por favor.
David – me diz só uma coisa. Como está o nosso filho?
Rita – O nosso filho está em risco. Pode morrer. Por tua causa. (fria)
David – (chora) me perdoa Rita. Por favor. Eu te amo.
Rita – (começa a chorar) Sai…
David beija a testa dela e vai embora, chorando. Rita também chora. Ela amava-o muito e só queria ficar bem com ele, mas não esquecera as imagens dele com a outra. Não conseguia parar de pensar em como o David foi capaz de estar com outra mulher, senão ela.
David sai do hospital a chorar e não sabe para onde ir. Não queria ir para o hotel por isso foi ara a praia. Quando lá chegou, estava vazia. Sentou-se na areia, apoiou os braços nos joelhos e a cabeça nos braços. Naquele momento só lhe apetecia morrer. A dor psicológica era 1000 vezes pior que qualquer dor física.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Capitulo 47 – A culpa é minha. (parte I)
Chegam ao hospital, o Ruben corre com Rita ao colo, em direcção ás urgências. Assim que chega, grita:
Ruben – ajuda! Está aqui uma grávida a perder sangue!
Rapidamente vêm os enfermeiros com uma maca onde colocam Rita, ainda desmaiada. Enquanto empurravam a maca, perguntaram qual era a pessoa que a ia acompanhar lá dentro. David imediatamente dá um passo á frente.
David – Vou eu!
Ana Rita agarra-o.
Ana Rita – nem penses! Não é a ti que ela quer ver quando acordar.
Ana Rita entra com a amiga. As portas fecham-se á frente dos seus olhos. O sofrimento era visível nos mesmos.
Ruben – vem te sentar.
Ambos se sentam
Ruben – Ouve, tu és o meu melhor amigo, eu conheço-te melhor que ninguém…
David – Ruben, eu não fiz de propósito. Eu amo aquela mulher. A única coisa que eu sei é que era incapaz de a trair. Cê sabe que eu não estou habituado a beber. Não tou lembrando de nada, Ruben. Eu pensei que ia ser o melhor dia da minha vida. Tornou-se o pior. (baixa a cabeça e coloca as suas mãos nela)
Ruben – Eu compreendo a tua parte. Mas também tens que compreender a parte dela. Se a Ana me fizesse isso eu não a perdoaria. Mas talvez a Rita te perdoe… agora tens é que te preocupar com o teu filho.
David – Eu sei… e e há alguma coisa que eu queria neste momento é que o meu filho esteja bem.
Ruben – não te preocupes… vai correr tudo bem.
Lá dentro decorria uma ecografia. Rita tinha acordado uns momentos antes.
Rita – só quero que o meu bebé esteja bem…
Médico – (teve sorte… o médico era português) não se preocupe. O bebé está estável. Estas hemorragias acontecem por vezes. Foi falso alarme.
Ana Rita – Graças a Deus! O David não se perdoariam se acontecesse alguma coisa, amor.
Rita – pois é. É por isso mesmo que eu não lhe vou contar nada.
Ana Rita – Não vais…? Como assim?
Rita – Eu vou deixá-lo a pensar que o nosso bebé está em risco por culpa dele.
Ana Rita – O quê? Não faças isso!
Rita – e o que ele me fez? Ele por acaso pensou no filho quando se enrolou com a outra?
Ruben – ajuda! Está aqui uma grávida a perder sangue!
Rapidamente vêm os enfermeiros com uma maca onde colocam Rita, ainda desmaiada. Enquanto empurravam a maca, perguntaram qual era a pessoa que a ia acompanhar lá dentro. David imediatamente dá um passo á frente.
David – Vou eu!
Ana Rita agarra-o.
Ana Rita – nem penses! Não é a ti que ela quer ver quando acordar.
Ana Rita entra com a amiga. As portas fecham-se á frente dos seus olhos. O sofrimento era visível nos mesmos.
Ruben – vem te sentar.
Ambos se sentam
Ruben – Ouve, tu és o meu melhor amigo, eu conheço-te melhor que ninguém…
David – Ruben, eu não fiz de propósito. Eu amo aquela mulher. A única coisa que eu sei é que era incapaz de a trair. Cê sabe que eu não estou habituado a beber. Não tou lembrando de nada, Ruben. Eu pensei que ia ser o melhor dia da minha vida. Tornou-se o pior. (baixa a cabeça e coloca as suas mãos nela)
Ruben – Eu compreendo a tua parte. Mas também tens que compreender a parte dela. Se a Ana me fizesse isso eu não a perdoaria. Mas talvez a Rita te perdoe… agora tens é que te preocupar com o teu filho.
David – Eu sei… e e há alguma coisa que eu queria neste momento é que o meu filho esteja bem.
Ruben – não te preocupes… vai correr tudo bem.
Lá dentro decorria uma ecografia. Rita tinha acordado uns momentos antes.
Rita – só quero que o meu bebé esteja bem…
Médico – (teve sorte… o médico era português) não se preocupe. O bebé está estável. Estas hemorragias acontecem por vezes. Foi falso alarme.
Ana Rita – Graças a Deus! O David não se perdoariam se acontecesse alguma coisa, amor.
Rita – pois é. É por isso mesmo que eu não lhe vou contar nada.
Ana Rita – Não vais…? Como assim?
Rita – Eu vou deixá-lo a pensar que o nosso bebé está em risco por culpa dele.
Ana Rita – O quê? Não faças isso!
Rita – e o que ele me fez? Ele por acaso pensou no filho quando se enrolou com a outra?
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Capitulo 46 – O David o quê? (parte II)
Ruben chega ao seu quarto e deu claramente para ver pela cara dele que nao estava bem disposto. A Rita como é obviu, nao parara de chorar. Ana Rita tentava acalma-la, mas nada…
Ruben – Anda cá (Chama Rita para ao pé de si e abraça-a) O David é o meu melhor amigo. Eu tenho a certeza que há uma explicaçao para isto tudo.
Rita – (soluçando) Nao há desculpa para isto, Ruben. Nao há…
Ruben – Calma, calma! (aperta mais um pouco o abraço) nós conhecemos o David, ele nao é assim.
Rita – Tu viste o que eu vi… ele dormiu coma quela gaja.
Ana Rita – Calma. Primeiro tens que te acalmar e depois tens que falar com ele.
Rita – nao quero falar com ele!
-Batem á porta:
David – Sou eu. Abra a porta!
Rita – nao, nao! Eu nao quero olhar para a cara dele…
Ruben – Eu vou lá. Vai para a varanda com a Ana (beija rápido a noiva e vai abrir a porta)
Quando abre a porta, empurra David para fora e fecha a porta, atrás de si.
David – qué que se passa, mano? Eu tou preocupado! Cadê a Rita?
Ruben – Eu não acredito no que fizeste. (começa a ficar com os olhos vermelhos) és o meu melhor amigo… tu não és assim!
David – assim como, Ruben? O que é que eu fiz?
Ruben – O que é que tu fizeste? Eu digo-te o que tu fizeste. Tu ontem andaste aos beijos com uma mexicana qualquer no bar!
David – NÃO! Eu nunca iria fazer isso para a Rita!
Ruben – Todos nós vimos, David. Estavas podre de bêbado.
David – Pois estava! Eu não tou lembrando de nada. Eu tenho que ir falar com a Rita. (prepara-se para voltar a bater á porta, mas Ruben trava-o)
Ruben – Calma, eu ainda não acabei…
David – Há mais?
Ruben – Hoje de manhã, a Rita foi ao vosso quarto para fazer as malas e ir para Portugal…
David – O que?! Eu não vou deixar!
Ruben – Foda-se, cala-te! Deixa-me acabar… Ela hoje foi lá, e como deves ter reparado, estavas nu!
David – Sim…
Ruben – Também estava lá a tal gaja. Eu é que a expulsei… até foi nua para a rua.
David – Não pode, manz… não pode (começa a chorar)
Ruben – pode, pode! Por isso, deixa a Rita pensar…
David – Eu tenho que falar com ela. Cê sabe que eu não sou assim! Eu amo a Rita, amo muito! Pô, eu vou ser pai!!
Ruben – Que se lixe… vá, vai lá (abre a porta para David, mas agarra-o pelo braço antes de ele entrar) Tem cuidado. Ela está a sofrer muito.
David – Eu não a posso perder… vou fazer de tudo para que isso não aconteça.
David entra, vê logo a Rita na varanda. Ana Rita repara antes de Rita.
Ana Rita – O David vem ai!
Rita – O David o quê?
David corre para onde Rita está e vê o estado dela. Quando ela o vê, levanta-se e fica em choque.
David – Meu amor, eu tenho que falar com você! (chora)
Rita – (respira fundo, pára de chorar e dá-lhe uma forte chapada) não me chames amor. Vou me embora.
Ela corre para o quarto, mas no caminho, David agarra-a pelo braço.
David – Rita, cê sabe que eu te amo. Eu não estava em mim!
Rita - Metes-me nojo! Larga-me! (sacode o braço para David a largar)
Chega ao quarto, coloca a mala em cima da cama e começa a arrumar a roupa. O David chega atrás dela.
David – Por favor! Deixa eu falar para você! Eu estava bêbado! Não lembro de nada, eu juro. (sempre a chorar)
Rita – (mete as mãos á cabeça e retira-as rapidamente. inevitavelmente, começa chorar) Pára! PÁRA! Eu vi David! Tavas na cama com ela!!
David – (aproxima-se) Eu não me lembro! Cê acha que eu era capaz de fazer isso para você?
Rita – Não, David. Não acho. Mas foi o que aconteceu. Sempre que apanhas uma bezana vais andar a dar quecas a torto e a direito com a primeira que te aparecer á frente?!
David – (baixa a cara) Rita…
Rita – sai… SAI!! (aponta para a porta)
David – (aproxima-se mais dela ) Eu te amo, não faz isso para mim.
David aproxima-se mais e mais. Coloca as mãos no pescoço de Rita. Ambos a chorar, David beija-a. Ela empurra-o e afasta-o de si.
Rita – David, a sério… Sai.
De repente, dá-lhe uma dor forte na barriga, ela cai para o chão e o sangue começa a escorrer-lhe pelas pernas.
David – Rita??!!
Ela acaba por desmaiar. Ele agarra-se a ela e grita por Ruben e Ana. Depressa chegam para ver o que se passava.
David – (chora agarrado a ela) Eu não sei o que se passa!! A culpa foi minha.
Ana Rita – Ó meu deus! (chora)
Ruben – Temos que a levar para o hospital! (pega em Rita ao colo e corre para o carro)
David e Rita vão atrás dele. David tinha as mãos com sangue dela, e não conseguia parar de as olhar. Não parava de chorar, sabia que a culpa daquilo era dele. Foram atrás de Ruben para o hospital.
Ruben – Anda cá (Chama Rita para ao pé de si e abraça-a) O David é o meu melhor amigo. Eu tenho a certeza que há uma explicaçao para isto tudo.
Rita – (soluçando) Nao há desculpa para isto, Ruben. Nao há…
Ruben – Calma, calma! (aperta mais um pouco o abraço) nós conhecemos o David, ele nao é assim.
Rita – Tu viste o que eu vi… ele dormiu coma quela gaja.
Ana Rita – Calma. Primeiro tens que te acalmar e depois tens que falar com ele.
Rita – nao quero falar com ele!
-Batem á porta:
David – Sou eu. Abra a porta!
Rita – nao, nao! Eu nao quero olhar para a cara dele…
Ruben – Eu vou lá. Vai para a varanda com a Ana (beija rápido a noiva e vai abrir a porta)
Quando abre a porta, empurra David para fora e fecha a porta, atrás de si.
David – qué que se passa, mano? Eu tou preocupado! Cadê a Rita?
Ruben – Eu não acredito no que fizeste. (começa a ficar com os olhos vermelhos) és o meu melhor amigo… tu não és assim!
David – assim como, Ruben? O que é que eu fiz?
Ruben – O que é que tu fizeste? Eu digo-te o que tu fizeste. Tu ontem andaste aos beijos com uma mexicana qualquer no bar!
David – NÃO! Eu nunca iria fazer isso para a Rita!
Ruben – Todos nós vimos, David. Estavas podre de bêbado.
David – Pois estava! Eu não tou lembrando de nada. Eu tenho que ir falar com a Rita. (prepara-se para voltar a bater á porta, mas Ruben trava-o)
Ruben – Calma, eu ainda não acabei…
David – Há mais?
Ruben – Hoje de manhã, a Rita foi ao vosso quarto para fazer as malas e ir para Portugal…
David – O que?! Eu não vou deixar!
Ruben – Foda-se, cala-te! Deixa-me acabar… Ela hoje foi lá, e como deves ter reparado, estavas nu!
David – Sim…
Ruben – Também estava lá a tal gaja. Eu é que a expulsei… até foi nua para a rua.
David – Não pode, manz… não pode (começa a chorar)
Ruben – pode, pode! Por isso, deixa a Rita pensar…
David – Eu tenho que falar com ela. Cê sabe que eu não sou assim! Eu amo a Rita, amo muito! Pô, eu vou ser pai!!
Ruben – Que se lixe… vá, vai lá (abre a porta para David, mas agarra-o pelo braço antes de ele entrar) Tem cuidado. Ela está a sofrer muito.
David – Eu não a posso perder… vou fazer de tudo para que isso não aconteça.
David entra, vê logo a Rita na varanda. Ana Rita repara antes de Rita.
Ana Rita – O David vem ai!
Rita – O David o quê?
David corre para onde Rita está e vê o estado dela. Quando ela o vê, levanta-se e fica em choque.
David – Meu amor, eu tenho que falar com você! (chora)
Rita – (respira fundo, pára de chorar e dá-lhe uma forte chapada) não me chames amor. Vou me embora.
Ela corre para o quarto, mas no caminho, David agarra-a pelo braço.
David – Rita, cê sabe que eu te amo. Eu não estava em mim!
Rita - Metes-me nojo! Larga-me! (sacode o braço para David a largar)
Chega ao quarto, coloca a mala em cima da cama e começa a arrumar a roupa. O David chega atrás dela.
David – Por favor! Deixa eu falar para você! Eu estava bêbado! Não lembro de nada, eu juro. (sempre a chorar)
Rita – (mete as mãos á cabeça e retira-as rapidamente. inevitavelmente, começa chorar) Pára! PÁRA! Eu vi David! Tavas na cama com ela!!
David – (aproxima-se) Eu não me lembro! Cê acha que eu era capaz de fazer isso para você?
Rita – Não, David. Não acho. Mas foi o que aconteceu. Sempre que apanhas uma bezana vais andar a dar quecas a torto e a direito com a primeira que te aparecer á frente?!
David – (baixa a cara) Rita…
Rita – sai… SAI!! (aponta para a porta)
David – (aproxima-se mais dela ) Eu te amo, não faz isso para mim.
David aproxima-se mais e mais. Coloca as mãos no pescoço de Rita. Ambos a chorar, David beija-a. Ela empurra-o e afasta-o de si.
Rita – David, a sério… Sai.
De repente, dá-lhe uma dor forte na barriga, ela cai para o chão e o sangue começa a escorrer-lhe pelas pernas.
David – Rita??!!
Ela acaba por desmaiar. Ele agarra-se a ela e grita por Ruben e Ana. Depressa chegam para ver o que se passava.
David – (chora agarrado a ela) Eu não sei o que se passa!! A culpa foi minha.
Ana Rita – Ó meu deus! (chora)
Ruben – Temos que a levar para o hospital! (pega em Rita ao colo e corre para o carro)
David e Rita vão atrás dele. David tinha as mãos com sangue dela, e não conseguia parar de as olhar. Não parava de chorar, sabia que a culpa daquilo era dele. Foram atrás de Ruben para o hospital.
Obrigado =)
OLÁÁÁ A TODOS! Bem, quero agradecer-vos pelos comentários e por seguirem a história.
Nao estava nada á espera que gostassem tanto. Muito, muito, muito obrigado por me fazerem sentir bem.
Beijinhos (L)
Nao estava nada á espera que gostassem tanto. Muito, muito, muito obrigado por me fazerem sentir bem.
Beijinhos (L)
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Capitulo 46 – O David o quê? (parte I)
(Antes de mais, queria agradecer á minha irmã Leonor por me ter ajudado neste capitulo.)
Depois do jantar, os amigos decidiram festejar. Por isso foram beber uns copos. Os dois amigos (Ruben e David) já estavam bastante “alegres”, já não diziam coisa com coisa.
As ‘Ritas’ também estavam alegres, mas não tanto. Elas estão um bocado afastadas dos rapazes, mas nem se importam, só se querem divertir. Vão á casa de banho e Ruben aproveita para fazer o mesmo também. Quando saem, deparam-se com uma imagem lamentável.
Ana Rita – Eu não acredito no que estou a ver!
Ruben – O gajo passou-se!
Rita – Eu… eu vou… é melhor eu ir embora. (chora)
As ‘Ritas’ correm para o quarto (o de Ruben, pois Rita não quer enfrentar David, caso ele chegue). Passado 10 minutos, chega Ruben. Rita estava sentada no chão a chorar e Ana Rita estava a andar de um lado para o outro a pensar no que há-de fazer.
Ruben – (agacha-se e abraça Rita) Calma miúda.
Ana Rita – Onde é que ele está?
Ruben – (levanta-se) Está no bar. Não o consegui tirar de lá. (passa a mão pela cara) Foda-se…
Rita – Amanha vou para Portugal. (entre soluços) Como é que ele foi capaz?! Estamos em lua de mel! Eu acabo de saber que estou grávida, e ele trai-me? Ele estava aos beijos com uma gaja qualquer! Como é que é possível? (Chora)
Ana Rita – calma, meu amor. Eu amanha vou contigo. Importas-te amor? (para Ruben)
Ruben – Não. Eu depois vou com o David, no voo a seguir a vocês.
Ana Rita – Está bem.
Ruben – Então vá, Ana, Dá-me aí um lençol e uma almofada que eu hoje durmo no sofá.
Rita – NEM PENSES! Dormes na cama com ela. Eu durmo no sofá, quero ficar sozinha.
Ruben – Tens a certeza, querida?
Rita – Sim. Obrigado.
Ruben – Está bem (dá-lhe um beijinho na testa)
Ana Rita arranja o lençol e a almofada para Rita. Ambos lhe dão um beijinho e um abraço e vão-se deitar.
Foi difícil de adormecer naquela noite. As imagens não lhe saem da cabeça. Após muito choro, lá consegue adormecer.
De manha, Rita acorda com os primeiros raios de sol que se atravessam pela janela. Levanta-se, veste-se passa a cara por água, e vai para a varanda. Senta-se no cadeirão a olhar para o mar. Ana Rita acorda e vai ter com ela.
Ana Rita – Bom dia, amor. ( dá-lhe um beijinho na testa)
Rita – Bom dia.
Ana Rita – Tens fome?
Rita – Não, olha a esta hora o David ainda deve estar a dormir. Vou aproveitar para fazer as malas. Tão cedo ele não acorda por isso não tenho que falar com ele.
Ana Rita – Queres que eu vá contigo?
Rita – Eu prefiro ir sozinha. (levanta-se) até já.
Ana Rita – Força, amor.
Rita acena-lhe com a cabeça. Sai do quarto e dirige-se ao seu. As lágrimas já lhe caiam pela cara. Chega á porta e repara que está encostada. Abre a porta e vê David a dormir, nu. Só o lençol lhe tapava a parte de baixo. Ela encosta-se á porta e chora. De repente ouve uma voz.
Rapariga – Hola. Quién es usted?
Aparece uma rapariga da casa de banho. Apenas embrulhada num lençol.
Rita – não acredito. (pasmada, coloca a mão á frente da boca)
Rita olha para David, sai do quarto, bate com a porta e chora.
No quarto de Ruben:
Ruben já tinha acordado.
Ruben – o que é que foi isto? (em relação ao barulho da porta a bater)
Ana Rita – Não pode ser bom.
Correm para saber o que se passou. Vêem Rita a chorar no chão. Ana Rita levanta-a e leva-a para o quarto. Ruben percebe que foi o David. Abre a porta e depara-se com a tal imagem que Rita tinha acabado de assistir.
Rapariga - Tú también?
Ruben pega na roupa da rapariga e manda-a porta fora para o chão do corredor no hotel.
Ruben – Rua!!! BAZA, CARALHO!!!
A rapariga assustada vai-se embora.
Ruben estava super irritado com o amigo. Olha para ele que estava deitado na cama a dormir. Vai buscar uma garrafa de litro de agua fresca, que estava no frigorifico e despeja-a na cara de David. Ele acorda.
David – FONIX manz. Qué isso?
Ruben – O que é que tu foste fazer… Foda-se.. (desiludido)
David – Qué que cê tá falando? Cadê a Rita?
Ruben – A Rita? Só agora é que te preocupas? Foda-se eu não acredito no que fizeste, caralho! Tu não és o David!
David – Porque é que cê tá falando assim? Não tou entendendo nada pô.
Ruben – Opá, vai tomar banho, veste-te… vê se te lembras do que fizeste ontem… eu vou apanhar ar.
Sai, bate a porta e volta para o seu quarto.
David levanta-se. Estava preocupado. Toma banho, tenta lembrar-se do que aconteceu, mas nada…
Depois do jantar, os amigos decidiram festejar. Por isso foram beber uns copos. Os dois amigos (Ruben e David) já estavam bastante “alegres”, já não diziam coisa com coisa.
As ‘Ritas’ também estavam alegres, mas não tanto. Elas estão um bocado afastadas dos rapazes, mas nem se importam, só se querem divertir. Vão á casa de banho e Ruben aproveita para fazer o mesmo também. Quando saem, deparam-se com uma imagem lamentável.
Ana Rita – Eu não acredito no que estou a ver!
Ruben – O gajo passou-se!
Rita – Eu… eu vou… é melhor eu ir embora. (chora)
As ‘Ritas’ correm para o quarto (o de Ruben, pois Rita não quer enfrentar David, caso ele chegue). Passado 10 minutos, chega Ruben. Rita estava sentada no chão a chorar e Ana Rita estava a andar de um lado para o outro a pensar no que há-de fazer.
Ruben – (agacha-se e abraça Rita) Calma miúda.
Ana Rita – Onde é que ele está?
Ruben – (levanta-se) Está no bar. Não o consegui tirar de lá. (passa a mão pela cara) Foda-se…
Rita – Amanha vou para Portugal. (entre soluços) Como é que ele foi capaz?! Estamos em lua de mel! Eu acabo de saber que estou grávida, e ele trai-me? Ele estava aos beijos com uma gaja qualquer! Como é que é possível? (Chora)
Ana Rita – calma, meu amor. Eu amanha vou contigo. Importas-te amor? (para Ruben)
Ruben – Não. Eu depois vou com o David, no voo a seguir a vocês.
Ana Rita – Está bem.
Ruben – Então vá, Ana, Dá-me aí um lençol e uma almofada que eu hoje durmo no sofá.
Rita – NEM PENSES! Dormes na cama com ela. Eu durmo no sofá, quero ficar sozinha.
Ruben – Tens a certeza, querida?
Rita – Sim. Obrigado.
Ruben – Está bem (dá-lhe um beijinho na testa)
Ana Rita arranja o lençol e a almofada para Rita. Ambos lhe dão um beijinho e um abraço e vão-se deitar.
Foi difícil de adormecer naquela noite. As imagens não lhe saem da cabeça. Após muito choro, lá consegue adormecer.
De manha, Rita acorda com os primeiros raios de sol que se atravessam pela janela. Levanta-se, veste-se passa a cara por água, e vai para a varanda. Senta-se no cadeirão a olhar para o mar. Ana Rita acorda e vai ter com ela.
Ana Rita – Bom dia, amor. ( dá-lhe um beijinho na testa)
Rita – Bom dia.
Ana Rita – Tens fome?
Rita – Não, olha a esta hora o David ainda deve estar a dormir. Vou aproveitar para fazer as malas. Tão cedo ele não acorda por isso não tenho que falar com ele.
Ana Rita – Queres que eu vá contigo?
Rita – Eu prefiro ir sozinha. (levanta-se) até já.
Ana Rita – Força, amor.
Rita acena-lhe com a cabeça. Sai do quarto e dirige-se ao seu. As lágrimas já lhe caiam pela cara. Chega á porta e repara que está encostada. Abre a porta e vê David a dormir, nu. Só o lençol lhe tapava a parte de baixo. Ela encosta-se á porta e chora. De repente ouve uma voz.
Rapariga – Hola. Quién es usted?
Aparece uma rapariga da casa de banho. Apenas embrulhada num lençol.
Rita – não acredito. (pasmada, coloca a mão á frente da boca)
Rita olha para David, sai do quarto, bate com a porta e chora.
No quarto de Ruben:
Ruben já tinha acordado.
Ruben – o que é que foi isto? (em relação ao barulho da porta a bater)
Ana Rita – Não pode ser bom.
Correm para saber o que se passou. Vêem Rita a chorar no chão. Ana Rita levanta-a e leva-a para o quarto. Ruben percebe que foi o David. Abre a porta e depara-se com a tal imagem que Rita tinha acabado de assistir.
Rapariga - Tú también?
Ruben pega na roupa da rapariga e manda-a porta fora para o chão do corredor no hotel.
Ruben – Rua!!! BAZA, CARALHO!!!
A rapariga assustada vai-se embora.
Ruben estava super irritado com o amigo. Olha para ele que estava deitado na cama a dormir. Vai buscar uma garrafa de litro de agua fresca, que estava no frigorifico e despeja-a na cara de David. Ele acorda.
David – FONIX manz. Qué isso?
Ruben – O que é que tu foste fazer… Foda-se.. (desiludido)
David – Qué que cê tá falando? Cadê a Rita?
Ruben – A Rita? Só agora é que te preocupas? Foda-se eu não acredito no que fizeste, caralho! Tu não és o David!
David – Porque é que cê tá falando assim? Não tou entendendo nada pô.
Ruben – Opá, vai tomar banho, veste-te… vê se te lembras do que fizeste ontem… eu vou apanhar ar.
Sai, bate a porta e volta para o seu quarto.
David levanta-se. Estava preocupado. Toma banho, tenta lembrar-se do que aconteceu, mas nada…
sábado, 30 de outubro de 2010
Capitulo 45 – Eu não estou doente, estou grávida!
depois de darem os beijinhos e abraços, Ana Rita e Ruben acabam por ir para o seu quarto. Rita acompanha-os á porta e David fica ao pé da varanda a andar de um lado para o outro sorrindo… MUITO, com as mãos na cabeça. Rita fecha a porta, olha para o marido e ri-se.
David – Ahhhh! (corre para ela e abraça-a com muita força) Eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amooooooo!!!
Rita – Sim David!! Já percebi! (Ri-se) Tu sabes que o sentimento é mutuo.
Ambos se deitaram na cama. David tira-lhe a camisola mas sem segundas intenções. Faz festinhas e dá beijinhos na barriga dela.
David – (com a cabeça na barriga dela) Ritinha, você vai ser linda como a mamãe.
Rita – Ritinha? Não não! Davidjizinho!! Vais ter que começar a dar muitos pontapés para seres jogador como o pai.
David – Eu quero uma menina! Linda que nem você.
Rita – Eu quero um rapaz. Cheio de caracóis como o pai.
David – cê se lembra das nossas juras no dia em que eu pedi você em casamento?
Rita – não (goza) Acho que tens que me lembrar!
David – Então, ficar junto com você para sempre, o montão de filhinhos correndo pela casa, ficar velhinho junto de você, ver crescer os filhos, ter netinhos…
Rita – claro que me lembro. Estava a brincar. (passa a mão pelo rosto dele)
David – já tem pernas para andar.
Rita – Sempre teve, meu amor.
David – Eu não consigo parar de dizer para você que eu te amo, Eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo! (agora entre beijos)
No meio de tantos beijos e carícias, acabam por se entusiasmar e fazem amor. Depois Rita adormece, David não. Fica acordado a vê-la dormir. A reparar e a tocar em cada traço da cara dela, em cada curva, cada vez se sentia mais apaixonado, e aquelas juras não eram em vão nem de boca para fora, era o que ele sonhava para o casal. E tinha a certeza que Rita queria o mesmo. Agora só queria que a barriga dela começasse a crescer bem depressa para poder sentir o filho.
Vai tomar um duche, entretanto Rita acorda e junta-se a ele.
Durante o banho:
David - cê não acha que a barriga já está crescendo? (com a mão na barriga dela)
Rita – (ri-se) Achas? És mesmo totó!
David – agora você tem que se alimentar bem! E eu também.. (coça os caracóis)
Rita – Estás cheio de fome, não estás?
David – Cheiíssimo! (enxaguando o cabelo) é o que você me faz. (coloca o chuveiro por cima da cabeça de Rita)
Ele sai, embrulha uma toalha á cintura. Rita também sai e embrulha-se numa toalha. Vão para o quarto, vestem-se e arranjam-se durante uma troca de carinhos.
Depois de prontos, dirigem-se ao restaurante da noite anterior, desta vez para almoçar. Quando lá chegam, avistam Ana Rita e Ruben numa mesa no centro e decidem juntar-se a eles.
Ruben – pá, vamos pedir já champanhe!
Ana Rita – tem lá calma, tigre. Fica para o fim.
Ruben – tu sabes que eu não gosto de esperar, bebé! (beija-lhe o pescoço)
Ana Rita – Eu sei! A minha barriga é a prova disso!
Rita – isto é só grávidas agora!
David – grávidas lindas!!!!
Ruben – são, não são, mano? (orgulhoso)
David – Mesmo!
Ana Rita – hey hey hey, parem lá com isso se faz favor.
Rita – Vamos pedir?
Ruben – já lhe está a dar a fome!
Rita – cala-te!
Chega o empregado.
Sr. Empregado - ya ha elegido?
Ruben – eu e a Ana queremos lasanha!
Rita – Eu quero um bife, com batatas fritas.
David – nem pense! Nós vamos querer peixe grelhado com batatas. Tem que se começar a alimentar bem!
Rita – David! Eu nao estou doente, estou gravida! Traga-me o bife (dá a ementa ao empregado) Gracias.
o empregado vai embora, e David fica a olhar para ela com uma cara séria.
Rita – que é que foi?
David – Tem que se alimentar bem!
Rita – nao queres que eu morra á fome …
David – mas eu nao quero que…
Rita – cala-te e come. (enfia uma fatia de pão com manteiga pela boca de David, nao deixando que dissesse mais alguma coisa)
David – Ahhhh! (corre para ela e abraça-a com muita força) Eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amooooooo!!!
Rita – Sim David!! Já percebi! (Ri-se) Tu sabes que o sentimento é mutuo.
Ambos se deitaram na cama. David tira-lhe a camisola mas sem segundas intenções. Faz festinhas e dá beijinhos na barriga dela.
David – (com a cabeça na barriga dela) Ritinha, você vai ser linda como a mamãe.
Rita – Ritinha? Não não! Davidjizinho!! Vais ter que começar a dar muitos pontapés para seres jogador como o pai.
David – Eu quero uma menina! Linda que nem você.
Rita – Eu quero um rapaz. Cheio de caracóis como o pai.
David – cê se lembra das nossas juras no dia em que eu pedi você em casamento?
Rita – não (goza) Acho que tens que me lembrar!
David – Então, ficar junto com você para sempre, o montão de filhinhos correndo pela casa, ficar velhinho junto de você, ver crescer os filhos, ter netinhos…
Rita – claro que me lembro. Estava a brincar. (passa a mão pelo rosto dele)
David – já tem pernas para andar.
Rita – Sempre teve, meu amor.
David – Eu não consigo parar de dizer para você que eu te amo, Eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo! (agora entre beijos)
No meio de tantos beijos e carícias, acabam por se entusiasmar e fazem amor. Depois Rita adormece, David não. Fica acordado a vê-la dormir. A reparar e a tocar em cada traço da cara dela, em cada curva, cada vez se sentia mais apaixonado, e aquelas juras não eram em vão nem de boca para fora, era o que ele sonhava para o casal. E tinha a certeza que Rita queria o mesmo. Agora só queria que a barriga dela começasse a crescer bem depressa para poder sentir o filho.
Vai tomar um duche, entretanto Rita acorda e junta-se a ele.
Durante o banho:
David - cê não acha que a barriga já está crescendo? (com a mão na barriga dela)
Rita – (ri-se) Achas? És mesmo totó!
David – agora você tem que se alimentar bem! E eu também.. (coça os caracóis)
Rita – Estás cheio de fome, não estás?
David – Cheiíssimo! (enxaguando o cabelo) é o que você me faz. (coloca o chuveiro por cima da cabeça de Rita)
Ele sai, embrulha uma toalha á cintura. Rita também sai e embrulha-se numa toalha. Vão para o quarto, vestem-se e arranjam-se durante uma troca de carinhos.
Depois de prontos, dirigem-se ao restaurante da noite anterior, desta vez para almoçar. Quando lá chegam, avistam Ana Rita e Ruben numa mesa no centro e decidem juntar-se a eles.
Ruben – pá, vamos pedir já champanhe!
Ana Rita – tem lá calma, tigre. Fica para o fim.
Ruben – tu sabes que eu não gosto de esperar, bebé! (beija-lhe o pescoço)
Ana Rita – Eu sei! A minha barriga é a prova disso!
Rita – isto é só grávidas agora!
David – grávidas lindas!!!!
Ruben – são, não são, mano? (orgulhoso)
David – Mesmo!
Ana Rita – hey hey hey, parem lá com isso se faz favor.
Rita – Vamos pedir?
Ruben – já lhe está a dar a fome!
Rita – cala-te!
Chega o empregado.
Sr. Empregado - ya ha elegido?
Ruben – eu e a Ana queremos lasanha!
Rita – Eu quero um bife, com batatas fritas.
David – nem pense! Nós vamos querer peixe grelhado com batatas. Tem que se começar a alimentar bem!
Rita – David! Eu nao estou doente, estou gravida! Traga-me o bife (dá a ementa ao empregado) Gracias.
o empregado vai embora, e David fica a olhar para ela com uma cara séria.
Rita – que é que foi?
David – Tem que se alimentar bem!
Rita – nao queres que eu morra á fome …
David – mas eu nao quero que…
Rita – cala-te e come. (enfia uma fatia de pão com manteiga pela boca de David, nao deixando que dissesse mais alguma coisa)
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